• Weverton participa de homenagem à Marcha das Margaridas no Senado 

    O senador Weverton Rocha (PDT-MA) participou nesta terça-feira (15) de uma sessão especial para homenagear a Marcha das Margaridas. A marcha integra a agenda nacional dos movimentos sociais do campo.

    O movimento, que surgiu no ano 2000, reúne mulheres trabalhadoras rurais do campo e da floresta em busca de visibilidade, reconhecimento social e político.

    “Esta é uma marcha não apenas de reafirmação da luta e das políticas que conquistamos até aqui. É uma marcha que mostra que a luta das mulheres é permanente, principalmente nas áreas rurais e longínquas desse país”, declarou o parlamentar.

    Na ocasião, Weverton ressaltou o compromisso do seu mandato com a defesa dos direitos das mulheres.

    “Como senador da República, eu tenho duas leis aprovadas que afetam diretamente as mulheres. A primeira é a proibição do corte de energia elétrica nas sextas-feiras e vésperas de feriado.

    Todos nós sabemos que a maioria dos lares do Brasil é chefiado por mulheres e essa lei garante que elas não fiquem sem esse serviço básico no fim de semana.

    A outra lei é a que garante o direito ao ecocardiograma fetal pelo SUS”, afirmou.

    O parlamentar lembrou ainda a implantação do Hospital de Amor do Sul do Maranhão, em Imperatriz. A unidade faz prevenção do câncer de mama em mulheres de 50 a 69 anos e prevenção do câncer de colo de útero em mulheres de 25 a 64 anos.

    “Além do hospital, temos a carreta preventiva que realiza exames gratuitamente nas mulheres que vivem na região”, ressaltou.

    Além do Hospital de Amor de Imperatiz, Weverton articulou a construção Hospital de Pinheiro. As obras já estão em andamento.

     

    Marcha das Margaridas

    A marcha é realizada a cada quatro anos em agosto, mês da morte da sindicalista Margarida Alves, assassinada em 1983.

    Em torno do lema da edição de 2023 – Pela reconstrução do Brasil e pelo bem viver – estão previstas diversas atividades nos dois dias do evento voltadas à justiça, defesa da democracia participativa, garantia de direitos, respeito à diversidade e a cobrança de políticas públicas que gerem qualidade de vida e bem-estar às mulheres de todo o país.

    Estão previstas oficinas temáticas e lúdicas, plenárias, seminários, quatro grandes painéis e rodas de conversas, partilha de saberes, tenda da cura, atividades autogestionadas, apresentações culturais, mostra da produtividade das margaridas, e até um tribunal ético das mulheres do campo, da floresta e das águas em defesa da autodeterminação dos povos e da soberania alimentar, hídrica e energética.

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